"O Homem primitivo se preocupava com seus filhos; o Homem civilizado se preocupa, também, com seus netos"
quinta-feira, 19 de abril de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Bicicleta Ecológica
Além de não poluir, é toda feita com material reciclável - pet, embalagens de shampoos, etc. E também é brasileira! - com muito orgulho! Criação do artista plástico Juan Muzzi. Confira no site:
http://www.muzzicycles.com.br/
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Ideias inteligentes e criativas de reaproveitamento
Excelentes dicas
Novas maneiras de utilizar objetos usados
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Previsões Científicas
Avanço do mar traça cenário apocalíptico
A Tribuna – 08/12/2011 – A3
A influência humana e ações naturais das últimas cinco décadas fizeram o nível do mar no Litoral Paulista aumentar o dobro da média mundial. As previsões mais modestas para Santos indicam um cenário apocalíptico até o final deste século: a água ocupará a faixa pavimentada e imóveis próximos à orla podem ser invadidos pela força da maré.
Caso o avanço do mar continue neste ritmo, praias da região podem ficar apenas nas lembranças. A Ponta da Praia, em Santos, e o Gonzaguinha, em São Vicente, são as mais ameaçadas. As análises foram apresentadas ontem pela pesquisadora do Instituto Geológico de São Paulo (IG), Célia Regina de Gouveia Souza. A palestra da especialista encerrou os trabalhos deste ano do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Condema).
Célia explica que, nos últimos 50 anos, o nível no mar subiu 40 centímetros, frente a uma média de 20 centímetros no resto do mundo. "Na década passada, o pico (de alta da maré) foi superior ao registrado em 30 anos".
Por outro lado, estudiosos indicam que, até o final deste século, os oceanos deverão subir até 1,8 metro. "Se fizer uma regra de três (cálculo matemático para comparações de valores) com os números locais e esta previsão, temos um cenário assustador". Ela argumenta que a sedimentação na Ponta da Praia é um processo natural iniciado na década de 1920. "Porém, a construção de pavimentos próximos à faixa de areia acelerou esta ação".
As ondas são as responsáveis por arrastar parte dos sedimentos, que são acumulados em outros pontos. "Há épocas que a Praia do Góes tem mais faixa deareia", diz Célia.No entanto, é no Gonzaga que o material mais se concentra.
AQUECIMENTO
A pesquisadora salienta que a elevação do nível do mar resulta do aquecimento natural do planeta. Mas este processo é acelerado por ações humanas, como a emissão de gases causadores do efeito estufa. "O fenômeno gera a expansão térmica oceânica, que tem efeito pior (para o aumento do nível do mar) que o derretimento de geleiras". Célia detalha que estas ações vêm diminuindo, gradativamente, a faixa de areia em pelo menos 20 praias paulistas. Como consequência, a pesquisadora sinaliza um cenário ainda mais grave. Além da perda de espaço habitacional, haverá a extinção de ecossistemas, morte de espécies de animais e vegetais (em especial os marítimos) e redução do recursos hídricos."Ficarão mais escassas as áreas de captação de água".
RESSACAS
Outro fenômeno que pode ter consequências na perda da faixa de areia é a ressaca marítima. Pelos estudos da pesquisadora, no último ano o evento teve maior duração, foi mais intenso e devastador. Normalmente, as ressacas ocorrem em épocas de maré alta e nas estações mais frias (de abril a agosto). "Em 2010, a temporada (de ressaca) começou em fevereiro e terminou em dezembro. E ocorria em estações de lua atípica". Junto com as ressacas e o aumento do nível do mar, a dragagem do cais santista também é indicada como uma das possíveis causas da perda de faixa de areia da Ponta da Praia. "Aguardamos o laudo da Codesp com o impacto da dragagem. Este estudo norteará as ações públicas naquela área", explica o secretário municipal de Meio Ambiente, Fábio Nunes. A previsão é que o documento seja finalizado neste mês.
A Tribuna – 08/12/2011 – A3
A influência humana e ações naturais das últimas cinco décadas fizeram o nível do mar no Litoral Paulista aumentar o dobro da média mundial. As previsões mais modestas para Santos indicam um cenário apocalíptico até o final deste século: a água ocupará a faixa pavimentada e imóveis próximos à orla podem ser invadidos pela força da maré.
Caso o avanço do mar continue neste ritmo, praias da região podem ficar apenas nas lembranças. A Ponta da Praia, em Santos, e o Gonzaguinha, em São Vicente, são as mais ameaçadas. As análises foram apresentadas ontem pela pesquisadora do Instituto Geológico de São Paulo (IG), Célia Regina de Gouveia Souza. A palestra da especialista encerrou os trabalhos deste ano do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Condema).
Célia explica que, nos últimos 50 anos, o nível no mar subiu 40 centímetros, frente a uma média de 20 centímetros no resto do mundo. "Na década passada, o pico (de alta da maré) foi superior ao registrado em 30 anos".
Por outro lado, estudiosos indicam que, até o final deste século, os oceanos deverão subir até 1,8 metro. "Se fizer uma regra de três (cálculo matemático para comparações de valores) com os números locais e esta previsão, temos um cenário assustador". Ela argumenta que a sedimentação na Ponta da Praia é um processo natural iniciado na década de 1920. "Porém, a construção de pavimentos próximos à faixa de areia acelerou esta ação".
As ondas são as responsáveis por arrastar parte dos sedimentos, que são acumulados em outros pontos. "Há épocas que a Praia do Góes tem mais faixa deareia", diz Célia.No entanto, é no Gonzaga que o material mais se concentra.
AQUECIMENTO
A pesquisadora salienta que a elevação do nível do mar resulta do aquecimento natural do planeta. Mas este processo é acelerado por ações humanas, como a emissão de gases causadores do efeito estufa. "O fenômeno gera a expansão térmica oceânica, que tem efeito pior (para o aumento do nível do mar) que o derretimento de geleiras". Célia detalha que estas ações vêm diminuindo, gradativamente, a faixa de areia em pelo menos 20 praias paulistas. Como consequência, a pesquisadora sinaliza um cenário ainda mais grave. Além da perda de espaço habitacional, haverá a extinção de ecossistemas, morte de espécies de animais e vegetais (em especial os marítimos) e redução do recursos hídricos."Ficarão mais escassas as áreas de captação de água".
RESSACAS
Outro fenômeno que pode ter consequências na perda da faixa de areia é a ressaca marítima. Pelos estudos da pesquisadora, no último ano o evento teve maior duração, foi mais intenso e devastador. Normalmente, as ressacas ocorrem em épocas de maré alta e nas estações mais frias (de abril a agosto). "Em 2010, a temporada (de ressaca) começou em fevereiro e terminou em dezembro. E ocorria em estações de lua atípica". Junto com as ressacas e o aumento do nível do mar, a dragagem do cais santista também é indicada como uma das possíveis causas da perda de faixa de areia da Ponta da Praia. "Aguardamos o laudo da Codesp com o impacto da dragagem. Este estudo norteará as ações públicas naquela área", explica o secretário municipal de Meio Ambiente, Fábio Nunes. A previsão é que o documento seja finalizado neste mês.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Fim de ano está chegando.....
O fim de ano é sempre movimentado pelas confraternizações no trabalho, festas com amigos e família. É nesta época, também, que aumentamos nosso consumo em todos os sentidos. Portanto, esta é um período no qual devemos prestar atenção especial à conservação da natureza.
Veja abaixo dicas simples de como diminuir o impacto das festas de final de ano:
Veja abaixo dicas simples de como diminuir o impacto das festas de final de ano:
- Evite papéis laminados e com purpurina, pois não podem ser reciclados;
- Embrulhe os presentes em papéis simples e utilize o que sobrar para fazer suas próprias etiquetas de/para;
- Envie cartões de Natal eletrônicos e previna o desperdício de papel;
- Pegue sacolas plásticas apenas quando necessário. Se possível, prefira os sacos de papel;
- Utilize ornamentos naturais na decoração de Natal como pinhos e fibras;
- Recicle latas e garrafas vazias depois das festas, além das embalagens de seus presentes;
- Compre lembranças de Natal certificadas. Os selos de certificação garantem que os artigos foram produzidos de acordo com todas as leis do país, tanto ambientais como trabalhistas. Para produtos madeireiros procure o selo FSC;
- Na hora da ceia, atente para a carne que for comprar. Cerca de 70% das áreas desmatadas no Brasil viram pastos. Para garantir que a carne que você come não vem desses pastos, procure o selo certificação Orgânico – IBD;
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Mais postos de coleta para seu lixo
Uma boa dica para descarte de material eletrônico.
http://www.e-lixo.org
Basta digitar o CEP que o programa indica o local mais próximo para o descarte de baterias, celulares, computadores, monitores. No Estado de São Paulo, consumidores contam com uma ferramenta online para localizar os postos de coleta de resíduos eletrônicos. É o e-lixo (http://www.e-lixo.org/): um site que usa a plataforma do Google Maps para ajudar o usuário encontrar pontos de coleta desses resíduos. Dessa forma, as sucatas são reaproveitadas ou encaminhadas para a reciclagem. A criação é fruto de uma parceria entre o Instituto Sergio Motta e a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.
Para localizar determinado ponto, basta digitar o Código de Endereçamento Postal (CEP) de casa ou local de trabalho e o tipo de material a descartar. A ferramenta fornece o endereço completo e o número de telefone dos postos mais próximos do CEP indicado. O banco de dados do projeto mantém o cadastramento contínuo de novos estabelecimentos de coleta de resíduos. Os interessados em cadastrar novos pontos, podem fazer o cadastro no site.
Esta é uma alternativa para ajudar o consumidor a descartar de forma correta os resíduos recicláveis. Como já é sabido, baterias, celulares, carregadores, pilhas, computadores, televisores, aparelhos e caixas de som, câmeras fotográficas, CD´s, DVD´s, impressoras, entre outros eletrônicos, não devem ser jogados no lixo comum. Esses materiais contêm componentes tóxicos, quando descartados incorretamente ou abandonados em lixões, contaminam o solo, a água e provocam danos à saúde.
Atualmente, segundo um relatório divulgado em janeiro de 2010 pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) o mundo gera 40 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano e o Brasil ocupa o nada honroso primeiro lugar no ranking de descarte de computadores per capita, que chega a pouco mais de 0,5 kg por pessoa ao ano. O índice da China (que está em segundo lugar) é de 0,2 kg por pessoa ao ano.(Fonte: Envolverde-04/01/2011)
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